Gamificação, onboarding e conteúdo em processo seletivo

Como levar o storytelling de uma empresa e, ao mesmo tempo, conhecimento para futuros colaboradores em um processo seletivo? Um dos maiores desafios para o recursos humanos é transmitir ao mercado todo o universo rico que possui e as histórias que acontecem dentro da empresa. Por isso a divulgação como marca empregadora tem potencial para influenciar até na retenção de talentos. A PushStart desenvolve projetos de Employer Branding para empresas pesquisando sua história, modelo de negócios, além de sugerir e criar um formato diferente de avaliar candidatos. 

A BRASKEM, única petroquímica de primeira e segunda geração de resinas termoplásticas do Brasil, decidiu inovar em seus processos seletivos de estagiários após conhecer projetos realizados pela PushStart para empresas como Nestlé e Itaú. A empresa está presente no Brasil, EUA, México e Alemanha, e conta com mais 16 escritórios regionais em outros países. Com 40 unidades industriais pelo mundo, sendo 29 só no Brasil, a empresa conta com aproximadamente oito mil pessoas em seu time, sendo assim, aumentar esse número não é tarefa fácil para um processo seletivo convencional.

Usando a tecnologia digital, a equipe PushStart trouxe uma linguagem moderna para engajar os candidatos ao processo seletivo da petroquímica, e assim surgiu o BRASKEM STORIES, uma experiência gamificada que avaliava lógica e fit cultural. Nela, o candidato era convidado a explorar diferentes atividades, a fim de conquistar medalhas em diferentes desafios e entender um pouco mais sobre a Braskem. Tudo isso à distância e de forma simples e intuitiva para todos.

Um dos diferenciais do Braskem Stories era a sessão “Você Protagonista”, onde o candidato tinha a chance de falar um pouco sobre si mesmo para os avaliadores ao criar o seu próprio story - aos moldes do Instagram -  com depoimento em texto e emojis e, como extra, avaliar o processo em si por meio de críticas em forma de direct message. Para Felipe Marlon da PushStart, a ferramenta ajudou muito durante o processo, segundo ele “ficou perceptivo para a Braskem a qualidade dos candidatos que chegaram nas etapas seguintes. Tudo foi construído e validado internamente pela Braskem, e cerca 90% dos candidatos assistiram à todo conteúdo [da plataforma]”, algo exitoso para ambas as empresas que tiveram de administrar os milhares de candidatos do processo seletivo.

Foram necessários aproximadamente três meses para o desenvolvimento do processo seletivo personalizado, mas com a experiência vem a qualidade na execução do trabalho. Os desafios técnicos de como fazer o jogo funcionar tanto no celular quanto no desktop e transformar em game o dia a dia da empresa, possibilitou a PushStart a chance de desenvolver uma nova forma de avaliar candidatos. Reinventar também é inovar, e mesmo o processo de se candidatar à uma vaga e avaliar um candidato pode ser dinâmico, interessante, divertido e não convencional.


Written by Felipe Marlon

Felipe is a geek, programmer, producer and economist. With deep knowledge and extensive experience with new technologies for Games, Tv Shows and Web content.


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